“Andersen é o maior narrador de contos de fadas. Era um adulto, vivendo no clima espiritual em que todos nós vivemos na infância; a sua atitude em face da vida, que negou tudo aos seus esforços e lhe deu tudo de presente, era a de uma criança. Por isso, ninguém entendeu, como ele, a alma infantil”. (Otto Maria Carpeaux)

Muitas das famosas e doces histórias que soam em nossos ouvidos como uma melodia foram escritas por um bondoso homem, que ao morrer dispôs de que sua fortuna fosse dividida entre escolas onde pudessem estudar meninos pobres.

Muitas das famosas e doces histórias que soam em nossos ouvidos como uma melodia foram escritas por um bondoso homem, que ao morrer dispôs de que sua fortuna fosse dividida entre escolas onde pudessem estudar meninos pobres.

O Patinho Feio, A Pequena Sereia, O Soldadinho de Chumbo, A Roupa Nova do Imperador, A Rainha da Neve e muitos outros contos que você já deve ter ouvido foram escritos por Hans Christian Andersen.
Cada conto, cada história e cada fábula escrita por Andersen tem um significado tão profundo, que não há dúvidas de que ele teve inspirações divinas para escrevê-las. Suas histórias são capazes de tocar a alma dos adultos e ajudar a criança a desenvolver virtudes, pois seus contos são riquíssimos em significados simbólicos.

Andersen nasceu na Dinamarca em 1805, na cidade de Odense. Sua família era muito pobre: o pai era sapateiro e a mãe lavadeira. Aos 14 anos, já sem o pai e a mãe casada pela segunda vez, Andersen saiu de casa e tentou ganhar a vida como cantor e bailarino, e foi um fracasso. Teve que voltar à escola primária com 18 anos, e apenas trinta anos depois tornou-se o escritor da literatura infantil mais famoso do mundo ainda em vida.
O maior prêmio que um escritor de histórias para crianças pode ganhar hoje leva o seu nome. O Prêmio Hans Christian Andersen é considerado o prêmio Nobel de Literatura Infantil

Embora os contos sejam muito famosos, as versões originais são bem pouco conhecidas. Suas histórias possuem significados profundos, verdades que ele decidiu velar para que mesmo vendo, aqueles que não tem o coração puro, não enxerguem.

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